Política de privacidade do Terminal ACTA
VERSÃO 2026-09-28 · PUBLICADA EM 28 DE SETEMBRO DE 2026
Esta página diz, sem rodeio, o que a ACTA Partners guarda de você no Terminal ACTA: o que pedimos de quem cria uma conta, o que registramos de quem apenas visita, por quanto tempo cada coisa fica, e como pedir para apagar tudo.
Quem é o responsável
O Terminal ACTA é operado pela ACTA Partners. O portal é publicado em portal.actapartners.com.br e o contato para qualquer assunto desta política, inclusive pedido de exclusão, é o mesmo canal de atendimento da ACTA.
O que coletamos de quem se cadastra
Para criar uma conta no Terminal ACTA pedimos cinco dados, e apenas estes:
- Nome — para assinar o que você acompanha e para a mesa saber com quem fala.
- Sobrenome — pelo mesmo motivo, e para distinguir contas de nomes iguais.
- Telefone — é o canal por onde a ACTA fala com o aluno. O telefone só é visível a administrador do portal. Ele não aparece em nenhuma tela pública, não é mostrado a outros leitores e não sai do portal.
- E-mail — é o seu identificador de entrada e o endereço para avisos sobre a conta.
- Senha — guardada apenas em forma cifrada pelo serviço de autenticação. A ACTA não consegue ler a sua senha, nem para te ajudar: se você esquecer, o caminho é criar uma nova.
Não pedimos CPF, endereço, dados bancários, nem qualquer documento. Não compramos lista de contatos e não vendemos, alugamos ou cedemos os seus dados a terceiros.
Aceite desta política
Ao criar a conta, você aceita a versão desta política que estiver publicada naquele momento. Guardamos qual versão você aceitou e em que instante — não um "sim" solto. Se o texto mudar, a versão muda junto, e o seu aceite continua apontando para o texto que você de fato leu.
O que registramos de quem apenas visita
De quem entra no portal sem criar conta, registramos contagens — números inteiros, nunca uma linha por visita. Cada contagem é a resposta a uma pergunta de três partes:
- Em que dia — a data, sem hora.
- Em qual das duas páginas — a página institucional ou a de entrada. Só essas duas.
- De que tipo de tráfego — pessoa, robô ou equipe da casa.
Separar robô de pessoa não é um detalhe técnico: sem isso, o número que a mesa lê para saber se o portal cresce é ficção. Num projeto irmão da casa, 33 de 43 "visitantes únicos" de um dia eram programas automatizados da própria equipe. O tipo de tráfego é deduzido de um sinal que o próprio navegador publica quando está sendo controlado por um programa, e de um marcador que a equipe liga no próprio aparelho para se excluir da conta. Nenhum dos dois identifica quem está do outro lado.
- Sem endereço de IP.
- Sem identificador de visitante — nada que permita reconhecer a mesma pessoa em dois dias diferentes.
- Sem perfil, sem histórico de navegação, sem rastreamento entre sites.
- O endereço do site de onde você veio é recebido e descartado. Quando você chega por um link de fora, o seu navegador informa de qual site veio. Esse dado chega até nós e não é gravado — ele não entra em nenhuma contagem e não vai para disco. Está dito aqui porque ele trafega, e o que trafega merece ser declarado mesmo quando não é guardado.
O que fica registrado, no fim, é uma frase como "no dia 12 de março, a página de entrada recebeu 137 visitas de pessoas, 4 de robôs e 2 da equipe". De quem visita sem conta não existe, em nenhum lugar e em nenhum momento, o registro de uma visita individual.
Esta seção fala de quem não tem conta. Se você tem conta no Terminal, o que registramos do seu uso é diferente, e está descrito na seção seguinte — porque você já é uma pessoa identificada para nós, e seria desonesto contar isso junto com a contagem de quem passa pela porta sem entrar.
Por que o registro de visita não tem prazo de descarte
Este registro não tem prazo de descarte, e isso é deliberado. A contagem é agregada e anônima desde o instante em que é escrita: nunca existiu, em nenhum momento, uma linha ligando aquela visita a uma pessoa. Apagar o número 137 do dia 12 de março não protegeria ninguém, porque esse número já não identifica ninguém — e apagá-lo destruiria a única série histórica que a mesa tem para saber se o portal cresce.
A ausência de prazo aqui é a justificativa por escrito, e não uma lacuna: onde o dado identifica alguém — a sua conta — existe prazo, existe pedido de exclusão e existe apagamento definitivo, como está descrito logo abaixo.
O que registramos do uso de quem tem conta
O Terminal ACTA não é um site aberto: o acesso vem de um curso ou mentoria da ACTA, e cada conta é aprovada por uma pessoa da casa. Por isso registramos o uso da sua conta — e é justo que você saiba exatamente o quê.
Uma linha por dia em que você usa o Terminal. Não um registro por clique, não um registro por página, não a hora de cada visita. Uma linha por dia, com:
- Que dia foi — a data.
- O instante do último uso naquele dia, para sabermos se a sua conta está ativa.
É só isso. Duas informações, uma vez por dia. Se você abrir o Terminal vinte vezes num dia, continua sendo uma linha.
E o instante em que você entrou
Além do registro acima, a sua conta guarda o instante do seu último login — apenas o último, sobrescrito a cada vez que você entra. Ele não é histórico: não existe uma lista dos seus acessos anteriores.
Ele serve para a mesa saber quem está usando a ferramenta e quem parou, e é o que aparece na coluna "último acesso" da lista de contas, visível apenas a administradores. Está declarado aqui porque é dado da sua conta, ainda que exista desde antes desta versão da política.
Para que serve. Para a mesa saber quem está usando a ferramenta e quem parou de usar. Um aluno aprovado que nunca entrou, ou que sumiu, é alguém que a ACTA precisa procurar — e é para isso, e só para isso, que este registro existe.
O que NÃO registramos do seu uso, e não pretendemos registrar:
- Sem endereço de IP — nem no registro de uso, nem na contagem de leitura.
- Sem quais matérias você leu. Nada liga uma matéria a você. O que existe é uma contagem de quantas vezes cada matéria foi lida no dia, sem nome, descrita logo abaixo.
- Sem cliques, sem rolagem, sem tempo de permanência. Não medimos quanto tempo você fica, nem em blocos, nem em minutos.
- Sem registrar qual ferramenta você abriu — se foi o Fluxo B3, o feed ou o painel, não fica gravado.
- Sem rastreamento fora do Terminal. O que você faz em outros sites não nos alcança e não nos interessa.
A contagem de leitura por matéria
A página inicial mostra as principais notícias do dia, com as mais lidas primeiro. Para saber quais são, contamos quantas vezes cada matéria foi aberta em cada dia — números inteiros, nunca uma linha por leitura. Cada contagem responde a três perguntas:
- Em que dia — a data, sem hora.
- Qual matéria — o endereço curto dela, o que aparece depois de #noticia/ na barra do navegador.
- De que tipo de tráfego — pessoa, robô ou equipe da casa, pelos mesmos dois sinais da contagem de visita.
O que fica registrado é uma frase como "no dia 26 de setembro, a matéria sobre a Petrobras foi lida 14 vezes por pessoas, 1 por robô e 2 pela equipe". O portal não guarda, em lugar nenhum, a informação de que você leu esta ou aquela matéria.
- Só entra quem recebe o texto inteiro — conta aprovada ou de administrador. Quem visita sem conta, ou com a conta sem aprovação, vê só o título e o resumo da matéria, e essa abertura não é contada.
- Uma vez por matéria em cada aba. Para não contar duas vezes a mesma leitura, o seu navegador guarda, só naquela aba e só até ela ser fechada, a lista das matérias já contadas. Essa lista não sai do seu aparelho.
- O que trafega. Ao abrir a matéria, o navegador envia ao portal o endereço curto dela e os dois sinais do tipo de tráfego — e a contagem não recebe mais nada: nem quem você é, nem de onde você veio. Como todo pedido feito a um site, esse envio chega com o endereço de IP do seu aparelho e com a identificação do navegador, e a contagem não lê nenhum dos dois. O servidor do portal anota esse IP, essa identificação e a hora do envio no seu registro técnico de acesso, que é apagado em cerca de duas semanas. Esse registro não diz qual matéria foi aberta: o endereço curto vai dentro do envio, e o que vai dentro não é anotado.
- Só depois do aceite. Como o registro de uso descrito acima, esta contagem só inclui quem aceitou esta versão da política.
- Ninguém vê os números na tela. A página inicial mostra só a ordem, e só a ordem sai do servidor. Os números ficam guardados no servidor do portal, ao alcance apenas de quem cuida dele: nenhuma tela os mostra, nem a de administrador.
Por quanto tempo: 30 dias, contados de cada dia registrado. Passado esse prazo, o dia inteiro é apagado. A página inicial só usa o dia corrente; os dias anteriores ficam só para conferir, se for preciso, que a ordem não está sendo manipulada. O prazo é curto de propósito, e diferente do da contagem de visita: aquela é feita sobre qualquer um que passa pela porta; esta, só sobre quem tem conta, que é um grupo pequeno. Um número pequeno numa matéria de nicho, guardado por anos, começaria a desenhar o hábito de alguém — e isso esta contagem não existe para fazer.
Por quanto tempo guardamos o registro de uso, e por quê
24 meses, contados de cada dia registrado. Passado esse prazo, a linha daquele dia é apagada.
O prazo não é arbitrário, e a razão é o formato do produto: as turmas da ACTA correm ao longo de meses, e comparar uma turma com a anterior — para saber se as pessoas estão de fato usando a ferramenta que compraram — exige guardar mais de um ciclo completo. Vinte e quatro meses cobrem duas temporadas inteiras com folga, e é o horizonte em que essa comparação ainda diz alguma coisa. Guardar menos apagaria a comparação; guardar mais seria acumular dado sobre você sem ter o que perguntar a ele.
Este prazo vale para o registro de uso. Ele é diferente do registro de visita anônima descrito acima, que não tem prazo justamente porque nunca identificou ninguém — e é diferente dos dados da sua conta, que ficam enquanto a conta existir.
Se você pedir a exclusão da conta, o registro de uso vai junto, no mesmo apagamento definitivo descrito abaixo. Ele não sobrevive à sua conta.
Quem tem acesso e por quanto tempo guardamos
- Você vê e corrige os seus próprios dados a qualquer momento.
- Administradores do portal veem a lista de contas, inclusive o telefone, para aprovar cadastros e dar suporte. É o único grupo com essa visão.
- Ninguém mais. Outros leitores não veem o seu e-mail nem o seu telefone.
Os dados da sua conta ficam guardados enquanto a conta existir. Quando você pede a exclusão, começa a contagem descrita a seguir.
Direito de exclusão: como pedir e o que acontece
Você pode pedir a exclusão da sua conta a qualquer momento, sem justificar e sem falar com ninguém. O pedido é feito nesta própria página, no botão “Solicitar exclusão da minha conta” — ele aparece aqui quando você está com a conta aberta no portal.
O pedido não apaga nada na hora. Ele marca a sua conta e começa um prazo de carência de 30 dias. Vencido o prazo, um processo automático apaga a conta em definitivo: o cadastro, o e-mail, o telefone e os recortes que você acompanhava somem, e o apagamento é irreversível.
Dentro do prazo, o pedido pode ser cancelado, também nesta página, no botão “Cancelar pedido de exclusão” — que só aparece quando existe um pedido em curso. Cancelou, a conta volta ao normal e a contagem zera.
O que não é apagado: matérias publicadas pela redação continuam no ar; se você era autor de alguma, ela perde a assinatura mas não some. E a contagem diária de visitas e a de leitura por matéria não são afetadas, porque nenhuma das duas teve o seu nome.
Apagar a minha conta
Para pedir a exclusão pela própria tela, entre na sua conta e volte a esta página. Se preferir não entrar, o pedido também pode ser feito pelo canal de atendimento da ACTA.
O pedido marca a conta e apaga em definitivo depois de 30 dias. Enquanto o prazo não vencer, dá para voltar atrás.
Mudanças nesta política
Se este texto mudar, publicamos uma versão nova com data própria. A versão que você aceitou continua registrada como está — não reescrevemos aceite antigo com texto novo.